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"Olha pra mim e me diz que eu também sou o que você sempre quis. Me deixa saber o que você sente, me deixa cuidar de você. Vem aqui, sei que não sou a pessoa mais bonita e nem a mais amável do planeta, mas tudo de mais belo que eu tenho, tudo de melhor que posso ser e tenho guardado aqui dentro, eu quero dividir com você. Porque em algum lugar em mim eu sei que é você, foi você desde a primeira conversa boba, eu só não sabia ainda. Eu tenho medo, medo de como eu to me sentindo agora, tão minha e ao mesmo tempo tão sua também, não lembro de já ter me sentido assim antes e exatamente por isso não sei o que fazer. Eu sei, tenho minhas crises de inseguranças as vezes, mas por favor, não me deixa estragar tudo e correr, porque agora tudo o que eu mais quero é ficar. Mesmo que seja difícil eu quero ficar, quero estar junto, quero conversas sem fim, eu quero ter você, eu quero conhecer o calor dos teus braços e morar no teu abraço, eu quero me sentir boba, quero te fazer ficar bobo, eu quero te mostrar que eu posso te fazer feliz, porque te ver feliz também é a minha felicidade. "  - Sei lá, só espero que você goste de ficar. 

(Source: neurodrama)



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"E ela esperava… Esperava uma ligação, uma sms, uma mensagem no Facebook, uma menção no Twitter, uma ask no Tumblr, um sinal de fumaça, um avião escrevendo seu nome no céu. Qualquer coisa serviria para acalmar aquele seu coração, coração esse que se debatia em seu peito, pulava e gritava o nome de sua amada, queria lhe sentir perto, queria-a mais que tudo. Precisava dela, queria ela, necessitava dela, dependia dela. E ela?! Nada!
Não lhe dava bola, sumia durante o dia e a noite lhe abraçava e lhe amava como se nada tivesse acontecido. Como se seus braços estivessem envolta da pequena garota em desespero o tempo todo, como se sua boca estive perto do ouvido dela lhe dizendo o quanto a amava, como se seu coração estivesse trancafiado junto do coração ansioso da menina-mulher.
Ela já não sabia mais o que fazer, não sabia como agir, o que dizer e nem mesmo o que pensar. Tudo o que queria era amor. Amor era pedir demais? E enquanto a garota se debatia consigo mesma a sua amada se entregava a outra. Uma outra garota mais próxima, mais bela, mais amável, mais querida, mais receptiva. E a doce menina-mulher aos prantos perguntava o porquê disso, perguntava o porquê sofrer, chorar, amar e se machucar enquanto a outra só sabia sorrir, amar a outra e a viver. Por que a garota não podia seguir em frente? Por que a garota não podia se apaixonar por outra ou outro? Por que a garota não podia deixar de amar? Por que a garota não podia voltar a viver? Oh, é mesmo, a garota havia aprendido a amar, e quando se aprende a amar, não tem volta."  - Larissa Martins
"Quando me dizem que estão com “borboletas no estômago” eu fico me perguntando como seria isso. Não seria essa uma sensação meio desagradável? Borboletas voando e batendo suas belas asas contra as paredes acidas de nossos estômagos não me parece uma coisa boa. E para inicio de conversa como elas entrariam lá? Por nossas bocas? Nos engolimos as pobres borboletas? E porque fizemos isso? Elas não foram feitas para voar? Hora, deixe-nas voarem serem livres, tirem-nas de seus estômagos, as pobres borboletas não merecem isso! Pode ser anti-romântico esse meu pensamento, mas isso se deve ao fato de eu saber exatamente como se é essa sensação, ela é doce, é boa, convidativa e nos faz perceber que estamos amando alguém. E é por esse motivo que quero deixar as borboletas voarem, por estar amando alguém. Quero essas borboletas longe do meu estômago, mas não sei se quero esse alguém longe de meu coração…"  -

Sobre borboletas, amores e querer alguém mais do que alguém lhe quer

Larissa Martins 



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dianostalgico:

vintage photographs
"Quero um amor sossegado. Alguém para me abraçar, assistir um filme, jogar baralho, viajar, conversar, contar o dia, fazer cafuné, dar apoio, confortar. Quero troca, carinho, respeito, cumplicidade. O amor é uma amizade sem inveja. É um sonho com realidade. É uma realidade sem photoshop. O amor é um abraço apertado, um olhar que se encontra, um silêncio que não incomoda, um barulho de onda, um gosto bom. Não tem serenata, mas tem bilhetinho dentro da bolsa. E rotina, cansaço, discussão, divergências de opinião. Mas, acima de tudo, tem paciência. E vontade."  - Clarissa Corrêa.     (via classificador)

(Source: bipolarefeliz, via classificador)

"Mais uma noite desgastante, mais uma noite com homens estranhos. Delineador marcando meus olhos, batom bem vermelho. Cabelos soltos e uma roupa bem decotada e justa. Fazia 2 anos dessa vida, quando descobriram que eu estava vivendo assim me perguntaram o porque e eu não pude responder. Não pude. Ninguém entenderia meus motivos. Eu tinha 16 anos quando fugi de casa, não sabia o que fazer, eu queria ser livre, queria acabar com a guerra em minha mente… Acabei me prostituindo para me alimentar. Assim eu comecei a criar uma nova eu. Uma vadia sem coração, sem sentimentos. Uma pessoa amarga com a vida e cada vez mais presa em sua loucura. Isso é uma maldição. Estou presa em meus devaneios. Sou uma garota incomum, sem moral e personalidade, feita para esse trabalho. Eu nasci para ser uma mulher desejada. Uma beleza que prejudicou minha própria proteção. Me perdi no mundo, uma criança assustada tendo que ser uma mulher num mundo estranho. Aprendi a dar prazer mesmo não querendo, junto com as drogas e bebidas, isso ajuda a tirar a solidão de mim. Eu cheguei ao fim da minha vida, um anjo jogado no inferno."  - She sells love to another men. (via oxidos)

(Source: sonhavas, via oxidos)



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unfairness:

☠vintage blog☠
"Ela não é nada do que você pensa. Se as pessoas tirassem pouco tempo da vida pra ouvir a menina veriam quanto ela guarda! A garota tem um jeito durona de ser, como se não precisasse de ninguém, mas ela é fraca demais cara. Ela é sozinha no mundo e cansou de pedir ajuda. Dentro dela há uma garota com medo do mundo, com medo de se machucar… Os sorrisos que ela dá escondem tudo o que ela passou e que quase ninguém ou, até mesmo, ninguém sabe. Ela finge estar bem, finge estar ocupada pra que ninguém veja que o que ela deseja é chorar. Dê uma olhada na menina, diz o que tu vê? Ela tem problemas não resolvidos, mas sabe a parte ruim? Quem destrói ela é sua mente. Desde pequena ela ouviu que devia ser a menina perfeita, a menina que não chorava e não se machucava. Ela cresceu achando isso. Ela perdeu seu avô assim com 6 anos de idade e, mesmo que doesse, ela não chorou em nenhum momento perto de ninguém. Ela se escondeu pra chorar, se autodestruiu tão nova. Essa garota nunca deixou os outros verem quando ela precisava desabafar, ela sempre leu seus livros e ouviu suas músicas até conhecer novos meios de extravasar por não suportar mais. Ela é do tipo de garota que tem medo de dizer o que tem e do que precisa, medo de perceberem o quão vulnerável ela é e, assim, machucarem ela. Ela já se apaixonou e, em todas as vezes, ela acabou sentada no chão do quarto, chorando e pensando o quanto era burra por ter acreditado. Já feriram essa menina de todas as formas possíveis, quebraram a garotas em mais de mil pedaços. Ela tem o coração partido desde que se conhece por gente, seu pai foi o primeiro a ferir ela, mesmo sem saber. Ele começou toda a guerra dentro dela falando o quão inútil ela era. Ela tem milhares de fotografias pelo quarto pra ajudar a ela lembrar de cada pessoa que ela teve na vida. A menina esconde um monte de objetos cortantes e um monte de remédios para dormir, porque só assim ela consegue não ter pesadelos de noite. Sabe essa garota que tanto falo, sou eu mesma. Eu tenho tanta vergonha de mostra tudo que eu penso, sonho, faço que acabo escondendo minha verdadeira versão. Eu não vejo mais graça nas pessoas, elas são tão sem graça, tão falsas e tão sem sentimentos. Eu me apego a personagens de livros, aos protagonistas do filme e, até mesmo, aos vilões que de tanto machucados resolveram machucar. Eu me sinto presa por causa da minha mente. Eu sou uma menina insegura, indefesa e medrosa que qualquer sopro da vida me derruba. Eu estou literalmente acabada, em todos os termos e cada dia que passa estou mais sozinha e sem ninguém. Tem tantas coisas que não posso ter, tantas coisas que eu preciso… Mas, acho que desde que me entendo por gente, tudo que preciso é a porcaria de um abraço e de um “conta comigo que vou fazer dar tudo certo”. É tão difícil achar pessoas que ainda se importam uma com as outras, eu ainda não achei alguém capaz de vir e me salvar. Já salvei muita gente. Já deixei meus problemas escondidos e ignorei eles só porque precisavam de mim, mas nunca tive alguém que sequer me ouvisse. Eu to sozinha comigo mesma, com meus livros e meus textos, porque ninguém se importa. Não comigo, não mais."  - Mayara Jardim (via oxidos)

(Source: sonhavas, via oxidos)



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